Resenha: Finding Carter

Essa semana temos a série Finding Carter, espero que gostem! 
Carter era só uma garota comum de dezesseis anos vivendo sua adolescência em meio a bebidas e drogas, até ser presa por invasão e descobrir que sua mãe não era sua mãe. Ela havia sido seqüestrada aos 3 anos por uma vizinha, e desde então sua família verdadeira a estava procurando. Carter então se muda para uma casa desconhecida, numa cidade desconhecida, com uma família de estranhos. 

No inicio, tudo o que ela mais queria era voltar para sua mãe. Carter não entendia como Lori poderia tê-la seqüestrado, todos os dias a “mãe” dizia que a amava, e cuidava tão bem dela! Ela então passa a aguardar pistas de Lori, com esperanças de que a mãe a tire de Elizabeth, sua mãe biológica. Elizabeth é uma dos detetives que estão à procura de Lori; uma mulher rígida que se fechou para o mundo desde o desaparecimento da filha, treze anos atrás. 

David é o pai de Carter, um homem que escreveu um livro sobre o desaparecimento da filha, e agora que a encontrou, quer escrever uma continuação. Ele já recebeu muitos nãos, mas tem certeza de que pode escrever outro best seller. Um homem que, diferente de Elizabeth, não se importa muito com a caça à Lori, pois sua filha está de volta, e é isso o que importa. Ele ganha alguns pontos com Carter por não ficar pensando em Lori o tempo todo, como sua esposa faz. 

Carter e Elizabeth batem de frente o tempo todo, a mulher não está acostumada com uma filha rebelde que mata aulas e faz coisas erradas o tempo todo, não foi assim que ela criou seus outros filhos. Carter também não ajuda muito, age de modo infantil o tempo todo, magoando e fazendo pegadinhas sem graça com a mãe verdadeira, que só quer manter a família segura e longe da psicopata que insiste em persegui-los. Não gostei muito de Elizabeth e seu jeito de ser, mas realmente, Carter ia longe demais. 

Carter tem uma irmã gêmea, Taylor, que é muito diferente dela. Enquanto Carter faz amigos facilmente e consegue que todos gostem dela à primeira vista, Taylor tem dificuldades em fazer amigos, e é do tipo nerd. Ela nunca fez nada de errado por conta da postura rígida da mãe, mas vendo Carter fazer milhões de coisas que ela nunca se imaginou fazendo, vai se soltar um pouco. 

Temos também Grant, irmão mais novo das meninas. Desde o primeiro episódio já fica claro que ele é invisível na casa, ninguém presta atenção nele, e isso só ficou pior quando Carter chegou. Antes, os pais só queriam encontrá-la e deixavam Taylor e Grant de lado, mas agora que a filha problemática voltou, as coisas só ficam piores. Eles precisam lidar com as bagunças de Carter, e Grant e Taylor praticamente deixam de existir. 

Achei o enredo dessa série bem interessante, e por se tratar de um drama, fiquei muito curiosa para ver. É simplesmente maravilhosa! Sabe quando você está assistindo um episódio e mal percebe que o tempo acabou? Foi exatamente isso o que aconteceu com Finding Carter, eu não percebia o tempo passando, e quando fui ver, estava no último episódio.  
Uma coisa que chama bastante a atenção é a introdução dos episódios, que mostra Carter em sua casa nova, e tudo à sua volta está caindo e virando de ponta cabeça. 

Alguns personagens secundários que se destacam são: Max, ex-namorado de Carter que se muda para a casa dos Wilson á pedido de ElizabethGabe, melhor amigo de Taylor que foi “roubado” por Carter assim que ela chegou à cidade; Crash, um cara que passou a maior parte de sua vida em reformatórios que chama a atenção da protagonista; e  Bird, uma garota rica da escola que se torna a melhor amiga de Carter. 

Gostei muuito dessa série, tem um pouco de Switched At Birth tanto na parte do drama familiar quanto nos romances, quando as irmãs começam a gostar do mesmo cara. Carter é uma personagem bem chatinha, mas dá para entender o porquê de ela agir assim. Quem gostou de Switched At Birth com certeza vai amar!
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2 comentários

  1. Não conhecia *_* mas anotado.. Estou acompanhando tantas que estou perdida hahahahaha
    Beijos

    www.saidaminhalente.com

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