Resenha: Z Nation

Quando ouvi falar de Z Nation, fiquei muito curiosa para saber se a série era tão boa quanto The Walking Dead, já que ambas mostram um mundo pós-apocalíptico e pessoas tentando sobreviver. A verdade é que ela não chega aos pés de TWD, mas é muito boa.

O vírus Z apareceu de repente, atingindo o mundo todo e transformando as pessoas em Zumbis, daí o nome Z Nation (Nação Z). A trama gira em torno de um grupo de sobreviventes que receberam a missão de levar Murphy para a Califórnia. Murphy foi uma das cobaias de uma vacina, testada em criminosos que não tiveram a chance de escolher se a queriam em seu corpo ou não. Claro que nenhum deles se ofereceu voluntariamente para recebê-la. Sendo assim, o antídoto do vírus está em seu sangue, e ele é a única chance de sobrevivência da humanidade.
O grupo cresce e diminui na medida em que o tempo vai passado e os personagens vão encontrando Zs, mas alguns personagens conseguem permanecer vivos até o final da temporada. A série é cheia de situações clichês e momentos forçados, como quando algum personagem faz o maior drama para matar um Zumbi ou perde tempo demais pensando ou conversando. Esses momentos foram a primeira coisa que me irritou, a segunda foi que Warren é metida demais para o meu gosto. Em algum momento ela toma a liderança do grupo, e aí a coisa só fica pior.

Desta vez não falarei muito dos personagens, pois não consegui gostar de quase nenhum deles, e ainda não tive muito tempo de conhecê-los. Mas podem esperar uma mistura bem corajosa e divertida, principalmente da parte de Murphy, que mesmo com o mundo caindo em ruínas, consegue fazer piadas.

A série conseguiu uma renovação para a segunda temporada, acredito que o tema zumbis tenha sido o responsável pela audiência tão grande, e também o fato de TWD estar “fora do ar” quando ZNation apareceu nas telonas. Para quem gosta de uma boa matança, tripas e sangue para todos os lados, com certeza vai gostar da série, mas não espere nada tão bom quanto The Walking Dead.

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