Resenha: Outlander‏

Hoje eu trago para vocês a resenha da série Outlander‏, que é uma série de televisão britânica/americana criada por Ronald D. Moore, baseada nos livros de Diana Gabaldon.

Outlander é uma série que eu tinha muita curiosidade de acompanhar, mas ficava naquela dúvida de se deveria ler os livros primeiro ou ver a série de TV. Acabei não resistindo e assisti a primeira temporada da série em menos de três dias (são oito episódios, se não me engano), e estava doida por mais. Sorte a minha (ou nossa), teremos mais de Outlander em abril/2015. Já tinha feito a resenha dessa série, mas a lerda aqui acabou apagando sem querer, então essa segunda não vai ficar tão boa quanto a primeira, mas prometo fazer o meu melhor.
Conhecemos Claire Randall quando ela trabalhava como enfermeira durante a Segunda Guerra Mundial, e no início do primeiro episódio, é anunciado que a guerra acabou. Aliviada, Claire volta para seu marido, e eles partem para a Escócia em sua segunda lua-de-mel. Lá ela acaba sendo transportada misteriosamente para o passado quando toca as pedras Craigh na Dun, um círculo de pedras grandes que acreditavam-se serem objetos de feitiçaria. Ela acorda então no ano de 1743, no século XVIII. Duzentos anos antes.
Perdida num lugar que ela conhecia, numa época bem antiga onde ela poderia ser morta facilmente, Claire é encontrada pelo Clã Mackenzie, que a abrigam. Eles desconfiam que ela seja uma espiã inglesa, então estão vigiando-a o tempo todo. Sem saber como voltar para 1945 e reencontrar seu marido, Frank, Claire acaba ficando no castelo do Clã, onde passa por alguns momentos difíceis e muitos desagradáveis. Ela mal via a hora de ver Frank novamente ou acordar daquele pesadelo.
Aos poucos Claire vai fazendo algumas amizades dentro do Clã, dentre eles, Jamie, um rapaz romântico e corajoso que chama a atenção de muitas moças solteiras que vivem na aldeia, porém ele acaba se casando com Claire, numa tentativa de evitar que que os ingleses, e principalmente o corrupto e cruel Black Jack a peguem e a torturem. Claire então fica dividida entre o doce Jamie e seu amado marido, e passa a se perguntar se realmente quer voltar para seu tempo, pois ela realmente gosta de Jamie. O romance dos dois não aparece do nada, nem surge do primeiro olhar, primeiro sorriso ou toque, demora bastante para que eles comecem a se interessar pelo outro, e essa foi uma das melhores partes, ver Jamie se importando e se arriscando por uma mulher que ele não conhecia, uma mulher que parecia saber mais do que devia e que vinha do futuro. Mas é claro que ela não tinha contado isso para ninguém, ou seria taxada de louca e jogada num hospício qualquer.
Uma das coisas que eu mais gostei nessa série foi a parte histórica. Acho que aprendi mais com Outlander do que em outro lugar, sem contar que fiquei muito curiosa para conhecer e visitar a Escócia, principalmente a Craigh na Dun. A introdução dos episódios também é muito bacana, uma das minhas favoritas, sem contar que a música é muito bonitinha, lembra um pouco daquelas músicas que se cantam para as crianças. Por mais que seja mais um romance do que qualquer outra coisa, Outlander é uma série muito forte e dramática, algumas cenas são assustadoras e em outras, dá vontade de tapar os ouvidos e fechar os olhos. Há bastante sangue e muitos conflitos, de forma que aparenta ser ainda mais realista.
Enfim, Outlander é uma mistura de gêneros, tem seus momentos grotescos e cruéis, mas também uma pitada de doçura e romance. É uma das minhas séries favoritas, e eu mal vejo a hora de saber o que acontecerá depois, contando os dias para o próximo episódio, e torcendo para que Jamie e Claire fiquem juntos no final. Acho Frank tão sem sal em comparação ao guerreiro escocês que protegeu e salvou Claire tantas vezes, sou #TeamJamie e acredito que a maioria dos leitores e telespectadores dessa série também sejam.
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